Codex da Grande São Paulo · Livro 1
— Hugo Melo, produtor musical antes de romancista
Fantasia urbana brasileira. Seis vozes, uma São Paulo oculta em novembro de 2001, e uma música real tocando dentro de cada capítulo. Existe uma cidade dentro da cidade — você passa por ela todo dia e não a vê.
Já está no ar. No Kindle, no Kindle Unlimited e em papel.
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O Capítulo 1, na íntegra
“Havia ido porque tinha três meses de Desperto e ainda não havia aprendido a não ir.”
O bilhete dizia apenas: Madame Satã. Meia-noite. — Varella. Sem número, sem instrução. Sidharta foi — ao som de Hotel California subindo pela escada — e o que o esperava do outro lado daquela porta não estava nos planos de ninguém. Leia o capítulo inteiro agora — é de graça e não precisa de cadastro.
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Por que este livro é diferente
Cada capítulo tem uma faixa real tocando dentro da cena — de Radiohead a Leonard Cohen, de Blackpink a Massive Attack. Escrito por um músico e produtor musical. A trilha não acompanha a página: ela é estrutura.
Os bares, as ruas e os prédios de 2001 são reais e verificáveis. O que acontece dentro deles, não. A cidade não é cenário — é personagem.
As vozes
Os seis caçados, a mortal que vê demais, e os dois antigos que decidem o destino deles. Cada um narra em primeira pessoa, com a própria voz — e cada um esconde algo. Você é o único que ouve todos, e decide em quem acreditar.
Três meses atrás era estudante. Hoje ainda sente tudo como gente — e os Umbrarim o vigiaram por um ano antes de transformá-lo, sem nunca dizer por quê.
Vinte e um anos, analista de um banco — a única ainda humana. Achou uma conta que não devia existir, sem imaginar o que corre no próprio sangue.
Aparenta vinte e dois anos. Enterrou amigos que viraram pó há séculos. E deixa todo mundo achar que sabe a idade dela.
E mais seis vozes — Pyrath, Silas, Dulce, Gidreams, Helena e Okano. Cada uma conta a mesma noite. Nenhuma conta a mesma coisa.
Pra quem é
Pra quem leu American Gods e Sandman até o sol nascer. Pra quem amou A Cidade e a Cidade, de China Miéville, e Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice. Fantasia urbana adulta, brasileira, em camadas.
American Gods · A Cidade e a Cidade · Entrevista com o Vampiro
A trilha oficial
A trilha sonora do Livro 1 já está no Spotify — o disco que o livro toca por dentro. Dá o play sem sair daqui.
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Edição física · 580 páginas
O calhamaço inteiro em papel — as seis vozes, os trinta e três capítulos e a cidade oculta que você atravessa todo dia sem ver. Impresso sob demanda: cada exemplar é rodado depois do seu pedido.
Chega na sua casa em qualquer canto do Brasil.
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O single original
por HMELLOW
A faixa que fecha o último capítulo — composta e produzida pelo próprio autor, sob o nome HMELLOW. O livro não só cita música: ele termina virando uma. Livro e canção saíram no mesmo dia.
Já está em todas as plataformas. Dá o play sem sair daqui.
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O autor
Músico e produtor musical antes de romancista — e é impossível separar uma coisa da outra no que ele escreve.
A Pedra que Canta nasceu de uma pergunta simples: e se um livro pudesse ser ouvido? Cada capítulo tem uma música real tocando dentro da cena — Radiohead, Leonard Cohen, Blackpink, Massive Attack — não como enfeite de epígrafe, mas como estrutura. A faixa não acompanha a página; ela sustenta a página.
Foram dezoito meses construindo uma São Paulo oculta dentro da São Paulo real de novembro de 2001, e um elenco de caçados que contam a mesma história sem nunca contar a mesma coisa — vozes que precisavam soar como pessoas diferentes, não como um único autor trocando de nome no cabeçalho.
E o livro não termina com palavras: termina com uma música. Came Back Singing, que ele compôs e produziu sob o nome HMELLOW, fecha o último capítulo — e saiu junto com o livro.
“Eu não escrevi um livro. Escrevi um disco que se lê.”
Fora do livro
As histórias que não estão no romance — a lore dos Despertos e as cenas que acontecem nas margens, séculos atrás ou em paralelo a novembro de 2001. O que ninguém vê. Menos você. Leitura livre, sempre com uma música real por dentro.
Loja do Codex
Pop figures dos personagens do universo, modelados e impressos em 3D (PLA), em tiragem pequena. O primeiro é o Okano — o juiz de oito séculos, ajoelhado sobre a própria espada.
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Entra pra lista: bastidores, a trilha e o single em primeira mão.