Capa do livro A Pedra que Canta — Codex da Grande São Paulo, Livro 1

Codex da Grande São Paulo · Livro 1

Existe uma São Paulo dentro da São Paulo. Você passa por ela todo dia e não a vê.

Fantasia urbana brasileira. São Paulo, novembro de 2001. Seis vozes, uma cidade oculta, e uma música real tocando dentro de cada capítulo.

Já está no ar. No Kindle, no Kindle Unlimited e em papel.

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Prefere experimentar antes? Baixe a amostra grátis — o Capítulo 1 inteiro. · Quer o físico autografado? Reserve aqui.

Por que este livro é diferente

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Um romance que se ouve

Cada capítulo tem uma faixa real tocando dentro da cena — de Radiohead a Leonard Cohen, de Blackpink a Massive Attack. Escrito por um músico e produtor musical. A trilha não acompanha a página: ela é estrutura.

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Uma São Paulo que existe

Os bares, as ruas e os prédios de 2001 são reais e verificáveis. O que acontece dentro deles, não. A cidade não é cenário — é personagem.

As vozes

A mesma história, contada por quem não confia em ninguém.

Os seis caçados, a mortal que vê demais, e os dois antigos que decidem o destino deles. Cada um narra em primeira pessoa, com a própria voz — e cada um esconde algo. Você é o único que ouve todos, e decide em quem acreditar.

Sidharta

Três meses atrás era estudante. Hoje ainda sente tudo como gente — e os Umbrarim o vigiaram por um ano antes de transformá-lo, sem nunca dizer por quê.

Pyrath

Quatro séculos. Escolheu o Despertar para investigar uma morte. A Pedra do Coração é objeto da Linha dele — e ninguém entende melhor por que é fatal escutá-la sozinho.

Silas

Matou quem o transformou. Lê padrões que ninguém mais enxerga — e começou a desconfiar de alguém do próprio grupo.

Dulce

Noventa e nove anos sobrevivendo sem nunca ter tido um mestre. Parece ter dezenove. É a mais perigosa da sala — e os antigos sabem a diferença.

Gidreams

Trezentos anos. Não bebe sangue — bebe sonhos. E sonhou a morte do Senescal antes que ela acontecesse.

Yana

Aparenta vinte e dois anos. Enterrou amigos que viraram pó há séculos. E deixa todo mundo achar que sabe a idade dela.

Laís

Vinte e um anos, analista de um banco — a única ainda humana. Achou uma conta que não devia existir, sem imaginar o que corre no próprio sangue.

Helena

Sustenta o dinheiro de toda a cidade oculta. Lê uma sala inteira antes de você abrir a boca — e decide quem sobe e quem some, sempre com elegância, nunca com pressa.

Okano

Hakimim de oito séculos. Carrega uma espada que murmura à noite e um registro de cada um que já julgou. Observa os caçados de longe — e quando decide se mexer, já é veredito.

Pra quem é

Se a fantasia urbana é teu vício — e você sempre quis que ela acontecesse aqui.

Pra quem leu American Gods e Sandman até o sol nascer. Pra quem amou A Cidade e a Cidade, de China Miéville, e Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice. Fantasia urbana adulta, brasileira, em camadas.

American Gods · A Cidade e a Cidade · Entrevista com o Vampiro

A trilha oficial

30 faixas. Cada uma ouvida por um personagem numa cena.

A trilha sonora do Livro 1 já está no Spotify — o disco que o livro toca por dentro. Dá o play sem sair daqui.

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Edição física autografada de A Pedra que Canta, com marcador exclusivo

Edição física · 1ª tiragem

Prefere o livro na mão? Autografado.

Uma tiragem limitada de lançamento — assinada à mão, com dedicatória pra você e um marcador exclusivo impresso em 3D. Não vai pra livraria: só quem reservar aqui.

R$ 89,90 + frete · reserve agora, paga no Pix quando eu te mando o valor fechado.

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Capa do single Came Back Singing, por HMELLOW

O single original

Came Back Singing

por HMELLOW

A faixa que fecha o último capítulo — composta e produzida pelo próprio autor, sob o nome HMELLOW. O livro não só cita música: ele termina virando uma. Livro e canção saíram no mesmo dia.

Já está em todas as plataformas. Dá o play sem sair daqui.

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Hugo Melo, autor

O autor

Hugo Melo

Músico e produtor musical antes de romancista — e é impossível separar uma coisa da outra no que ele escreve.

A Pedra que Canta nasceu de uma pergunta simples: e se um livro pudesse ser ouvido? Cada capítulo tem uma música real tocando dentro da cena — Radiohead, Leonard Cohen, Blackpink, Massive Attack — não como enfeite de epígrafe, mas como estrutura. A faixa não acompanha a página; ela sustenta a página.

Foram dezoito meses construindo uma São Paulo oculta dentro da São Paulo real de novembro de 2001, e um elenco de caçados que contam a mesma história sem nunca contar a mesma coisa — vozes que precisavam soar como pessoas diferentes, não como um único autor trocando de nome no cabeçalho.

E o livro não termina com palavras: termina com uma música. Came Back Singing, que ele compôs e produziu sob o nome HMELLOW, fecha o último capítulo — e saiu junto com o livro.

“Eu não escrevi um livro. Escrevi um disco que se lê.”

Fora do livro

Apócrifos do Codex

As histórias que não estão no romance — a lore dos Despertos e as cenas que acontecem nas margens, séculos atrás ou em paralelo a novembro de 2001. O que ninguém vê. Menos você. Leitura livre, sempre com uma música real por dentro.

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POP Figure do Okano, personagem de A Pedra que Canta, impresso em 3D em PLA dourado

Loja do Codex

Os personagens saíram da página. Impressos em 3D.

Pop figures dos personagens do universo, modelados e impressos em 3D (PLA), em tiragem pequena. O primeiro é o Okano — o juiz de oito séculos, ajoelhado sobre a própria espada.

R$ 49,90 · compra, pagamento e frete pela Shopee, com rastreio.

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A cidade oculta está aberta. Entra agora.

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